Flexibilidade no Trabalho

10 tendências do futuro do trabalho que mudarão a realidade do mercado

Redação BeerOrCoffee
Escrito por Redação BeerOrCoffee em maio 3, 2022
7 min de leitura
10 tendências do futuro do trabalho que mudarão a realidade do mercado
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Entre as tendências do futuro do trabalho estão o trabalho assíncrono e flexível, o jungle office, o diretor de futuro do trabalho, a métrica por resultados e a entrada mais significativa das mulheres no mercado de trabalho. Veja os detalhes e outros itens.

Para se adaptar ao futuro, sua empresa precisa conhecer as tendências do futuro do trabalho. Afinal, elas mostram como serão as principais tendências para as equipes em 2022 e também para os próximos anos.

Além disso, moldam o futuro do trabalho na prática. Isso porque indicam os caminhos a serem seguidos, seja por empresas de referência no mercado global, seja por exigência dos colaboradores.

Inclusive, esse cenário mudou muito devido à pandemia. As pessoas tiveram novas experiências e conheceram realidades diferentes. Com isso, passaram a pensar em alternativas que garantissem o máximo de bem-estar, produtividade e benefícios.

Então, o que é válido no momento atual? Quais tendências se consolidam como as principais? Vamos apresentar 10 delas que fazem a diferença e ajudam a conquistar vantagem competitiva. Saiba mais na lista abaixo.

tendências do futuro do trabalho

1. Trabalho assíncrono

Se o modelo remoto passou a ganhar espaço nas empresas, o trabalho assíncrono se fortaleceu. Isso porque ele é a base da flexibilidade, já que se refere à possibilidade das equipes não trabalharem ao mesmo tempo.

Ou seja, cada um atua no melhor momento para a sua realidade. O único cuidado é com a troca de informações. O ideal é estabelecer a comunicação assíncrona. Assim, evita-se perder tempo com a espera por respostas.

Quando realizado da forma correta, é possível obter vários benefícios. Entre eles estão:

  • Você contrata os melhores talentos, pouco importa onde estão. É a ideia do anywhere office;
  • Há menos distrações, porque as interrupções são menos frequentes na comunicação assíncrona;
  • Os colaboradores trabalham no momento que preferirem, o que aumenta a produtividade.

2. Diretor de futuro do trabalho

Esse cargo pode soar estranho, mas dados do LinkedIn divulgados pela Forbes mostram que houve uma alta de 60% nos cargos do futuro do trabalho. Portanto, faz totalmente sentido ter um diretor para cuidar dessa parte.

Além disso, o crescimento nos títulos que trazem alguma referência a trabalho híbrido chegou a 304%. Por isso, vale a pena investir nesse cargo para que esse profissional prepare a empresa para as novas tendências do futuro do trabalho.

Na prática, isso garante uma vantagem competitiva importante na atração e retenção de talentos.

3. Flexibilidade para atrair talentos

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Abordando a contratação de colaboradores, fica claro que a flexibilidade é uma importante moeda de troca.

Afinal, esse é um benefício cada vez mais valorizado. Para ter uma ideia, uma pesquisa do LinkedIn mostrou que essa é uma das preferências dos profissionais, tendo sido apontada por 48% dos entrevistados.

Além disso, o levantamento evidenciou que os funcionários que trabalham em empresas flexíveis no que se refere a horário e local têm 2,5 vezes mais chances de se sentirem satisfeitos e apresentam 2 vezes mais probabilidade de recomendarem a companhia para outras pessoas.

Portanto, essa é uma oportunidade que você não pode ignorar. Caso insista na cultura rígida, tradicional e que preza pelo presencial, tende a ter dificuldade para encontrar talentos.

4. Jungle office

O contato com a natureza se tornou mais evidente com a pandemia. Por isso, o mercado de trabalho do futuro foca o jungle office, ou seja, a inclusão de animais e plantas no home office.

Inclusive, essa ação pode ser adotada por coworkings, tanto com flores na decoração quanto com espaços pet friendly.

Nas empresas, a medida também pode ser implementada. No entanto, exige uma manutenção maior.

Por isso, descentralizar as equipes e deixar essa responsabilidade a cargo dos coworkings é uma boa opção, tanto para a redução de custos quanto para garantir a flexibilidade e atrair novos talentos.

5. Métrica por resultados

Uma liderança gentil busca a produtividade, em vez do cumprimento de uma carga horária de trabalho — e essa é uma tendência que mudará a realidade do trabalho.

Esse cenário é tão forte que um estudo da Adecco mostrou que 73% dos líderes e trabalhadores pedem para serem avaliados por resultados, em detrimento da jornada cumprida.

Um dos motivos para isso é que as pessoas acreditam que podem realizar as mesmas atividades em menos de 40 horas semanais. Isso é apontado por 57% dos entrevistados da pesquisa.

Para a empresa, essa é uma boa alternativa. Em vez de perder tempo com o microgerenciamento, sua equipe foca ações estratégicas, que vão trazer resultados de verdade.

6. Amizade como valor de mercado

É fácil acontecerem conflitos internos no trabalho remoto.

Esse é um dos principais desafios, porque a comunicação nem sempre é fluida. Ainda assim, é preciso ultrapassá-los com a adoção de estratégias certas. Por exemplo, a comunicação não violenta.

Por isso, uma das tendências do futuro do trabalho é utilizar a amizade como valor de mercado. Essa é uma forma de manter o capital intelectual da empresa intacto e criar um ambiente organizacional positivo.

Isso faz os colaboradores interagirem, conhecerem-se e colaborarem com mais facilidade.

7. Mulheres terão mais espaço no mercado

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O ingresso cada vez mais evidente das mulheres no mercado de trabalho deverá crescer em breve. Muito disso é derivado da falta de profissionais em TI e do próprio trabalho flexível.

Afinal, a possibilidade de trabalhar de onde quiser e no melhor horário facilita a entrada das mães em diferentes cargos até mesmo os de liderança.

Essa mudança do ambiente corporativo é fundamental. Tanto é que uma pesquisa do IBGE mostrou que mulheres com filhos de até 3 anos estão mais desempregadas do que aquelas sem filhos.

O estudo mostrou que, entre as mães na faixa etária dos 25 aos 49 anos com filhos de até 3 anos, 54,6% estão fora do mercado de trabalho. Com a escassez de profissionais para a área de TI, essas mulheres podem ingressar nos cargos, desde que sejam capacitadas ou recebam a devida orientação.

Em relação ao trabalho flexível, esse é outro ponto positivo. Como no modelo remoto é possível trabalhar de casa ou de um coworking com espaço kids, a mãe tem a chance de fazer o que gosta, contribuir com a empresa e continuar cuidando dos filhos.

Especialmente, porque elas tendem a ser mais produtivas. Um estudo feito pelo Federal Reserve Bank de St. Louis mostrou que as mães com 2 ou mais filhos são as mais produtivas.

8. Redução do trabalho presencial

Se antes da pandemia a lei era o trabalho presencial, agora ele tem hora marcada. O escritório não morreu, mas se reinventou. Os formatos de trabalho híbrido e remoto ganham espaço e a presença das pessoas no escritório é cada vez menos necessária.

O regime descentralizado é o mais utilizado, inclusive para a realização de reuniões. Tanto é que cada vez mais empresas optam pelos coworkings, que oferecem toda a infraestrutura necessária e têm até salas privativas e de reuniões para encontros com colegas, clientes e fornecedores.

9. Phygital

Os espaços de trabalho do futuro tendem a permitir a interação entre o físico e o digital. Na prática, isso significa que cada colaborador poderá escolher onde estar: no escritório, em um coworking, em casa e onde mais quiser.

Assim, haverá uma ampla interação entre quem está na empresa e fora dela. Com o metaverso, esse engajamento tende a ser ampliado. Atualmente, a colaboração híbrida com o machine learning se torna cada vez mais evidente.

Essas alternativas tornam o trabalho remoto ainda mais palpável e apto a ser implementado por diferentes tipos de negócios. Afinal, diferentes recursos são viabilizados.

10. Trabalho flexível

Os colaboradores priorizam outras questões acima do trabalho propriamente dito.

Entre esses fatores estão os horários flexíveis, preferência de 38% dos profissionais, conforme estudo da Microsoft. Na prática, isso reforça que o modelo remoto é uma das tendências que mudarão a realidade do trabalho no futuro.

Outros fatores valorizados são saúde e bem-estar (53%), família e vida pessoal (47%), cultura positiva (46%), benefícios de saúde mental e bem-estar (42%) e senso de propósito e significado (40%).

Assim, essas 10 tendências que mudarão a realidade do trabalho são bastante significativas e já podem ser implementadas. Elas exigem um modelo de gestão descentralizado, mas que traz bons resultados. Por isso, vale a pena implementar.

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tendências do futuro do trabalho

Texto escrito por Fabíola Thibes, jornalista e redatora web.

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