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Veja quem são as mulheres mais poderosas do mundo em 2021

Redação BeerOrCoffee
Escrito por Redação BeerOrCoffee em dezembro 15, 2021
Veja quem são as mulheres mais poderosas do mundo em 2021
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As mulheres mais poderosas do mundo são de diferentes países, etnias e convicções. No entanto, todas elas buscam a melhoria social e ocupam um papel de destaque em suas profissões. Confira alguns destaques da lista da Forbes.

Todos os anos, a revista Forbes divulga as 100 mulheres mais poderosas do mundo. A lista contempla pessoas de vários países, etnias e áreas de atuação. Por que isso é importante para você? A palavra que resume é: empoderamento.

A diversidade na empresa é uma das questões mais buscadas atualmente. Afinal, quanto mais pessoas diferentes uma companhia tiver, mais as ideias se encaixam naquele conceito de “fora da caixa”. Isso porque as experiências individuais são fatores preponderantes para a criatividade e a inovação.

Além disso, a lista da Forbes mostra a importância da força de trabalho multigeracional. Um dos fatores que justificam essa informação é como a lista de 2021 é composta. No total, são:

  • 40 CEOs;
  • 19 líderes mundiais;
  • 1 imunologista.

Essa lista de mulheres mais poderosas do mundo também evidencia as principais tendências para gestão e liderança em 2022. Por isso, vale a pena conhecer. Veja algumas das participantes do rol da Forbes e por que elas chegaram a esse patamar.

Mackenzie Scott

Filantropa MacKenzie Scott doa US$ 2,7 bi para a caridade | InvestNews

A número 1 da lista de mulheres mais poderosas do mundo não poderia faltar nessa lista. Filantropa e autora, Mackenzie Scott prometeu doar metade ou mais de sua fortuna ainda em vida. Isso porque ela assinou o Giving Pledge. Essa organização sem fins lucrativos foi fundada em 2010 por Bill e Melinda Gates e Warren Buffett.

Outras pessoas também já firmaram esse compromisso. Mackenzie fez isso em 2019. Já em 2020, ela doou 5,8 bilhões de dólares para 500 entidades sem fins lucrativos. Em 2021, ela abriu mão de mais 2,74 bilhões de dólares para 286 grupos.

Em troca, ela não fez exigências. Cada entidade que recebeu o dinheiro tem total poder de decisão sobre como a quantia será utilizada.

A fortuna de Mackenzie veio depois do seu divórcio com o CEO da Amazon, Jeff Bezos. Ela recebeu 25% das ações por ter ficado 25 anos casada e ter contribuído para o sucesso do negócio.

Apesar disso, ela já lançou dois romances, estudou em Princeton e foi pesquisadora assistente da autora vencedora do Prêmio Nobel, Toni Morrison. O que trouxe Mackenzie para o patamar de mulher mais poderosa do mundo foi sua filantropia.

Kamala Harris

Kamala Harris – Wikipédia, a enciclopédia livre

A vice-presidente dos Estados Unidos é mulher, negra e tem origem asiática. Filha de mãe indiana e pai jamaicano, quebrou várias barreiras durante a sua trajetória.

Isso mostra a importância de gestores inclusivos, já que ela pôde se destacar no mercado de trabalho e foi a primeira procuradora-geral negra da Califórnia. 

Também é a primeira mulher vice-presidente dos Estados Unidos. Devido à sua representatividade, ela ficou em segundo lugar na lista.

Nicke Widyawati

Indonesia's Pertamina strengthens its position in the global energy ecosystem with Microsoft – Indonesia News Center

Na 27ª posição, Nicke Widyawati é CEO e diretora-presidente da companhia de óleo e gás Pertamina, da Indonésia.

Ela é a segunda diretora mulher da empresa. O que a faz se destacar é o fato da organização ser estatal. Portanto, ela foi escolhida pelo governo por suas capacidades.

Em 2020, um membro do gabinete disse à imprensa que ela é a melhor para o cargo e consegue tomar conta de qualquer tarefa que for direcionada. Ainda assim, disse aos investidores que haveria um impacto de 45% no faturamento da companhia devido a efeitos da crise sanitária da COVID-19.

Ela entrou na lista da Forbes por sua capacidade de liderança e por gerenciar uma empresa grande, em um setor altamente ocupado por homens. Aliás, essa é uma das tendências da gestão de pessoas.

Jacinda Ardern

Ficheiro:New Zealand Prime Minister Jacinda Ardern in 2018.jpg – Wikipédia, a enciclopédia livre

A primeira-ministra da Nova Zelândia se destacou durante toda a pandemia do coronavírus por sua capacidade de liderança. Porém, ela já fazia a diferença muito antes da crise sanitária.

Assim que deu à luz, determinou novas regras e tirou 6 semanas de licença maternidade. Ela ainda definiu com seu marido que ele ficaria em casa para cuidar das crianças.

Aos 38 anos, tornou-se a líder feminina mais nova do mundo. Foi reeleita em outubro de 2020 com a promessa de um governo empático e com planos ambiciosos para enfrentar a pobreza na infância e as mudanças climáticas.

Também foi condecorada por sua habilidade de lidar com a crise sanitária, já que a Nova Zelândia conseguiu erradicar a doença nas duas ondas registradas. Por isso, é uma política que merece a atenção. Ela ficou na 34ª posição.

Sheikh Hasina Wajed

Sheikh Hasina – Wikipédia, a enciclopédia livre

É a primeira-ministra há mais tempo no cargo em Bangladesh. Atualmente, está no quarto mandato, sendo que é o terceiro consecutivo.

Ela acredita que esse será seu último período na função. Por isso, planeja focar os problemas de insegurança alimentar e acesso à educação e aos serviços de saúde.

Ela também contribuiu muito para fortalecer a democracia no país. Por isso, está na lista da Forbes em 43ª posição.

Lisa Su

Lisa Su | AMD

A CEO da Advanced Micro Devices (AMD), Lisa Su, ficou na posição 49. Isso porque ela revolucionou o setor. Assim que foi anunciada no cargo, as ações da companhia dispararam.

Em julho de 2021, a empresa alcançou uma capitalização de mercado equivalente a 110 bilhões de dólares.

Nascida em Taiwan, imigrou para os Estados Unidos ainda criança. Estudou no MIT e se formou em engenharia elétrica. Trabalhou na Texas Instruments, na IBM e na Freescale.

Depois entrou na AMD e se tornou CEO após dois anos devido à sua competência. Ela se destaca, inclusive, por ser de origem asiática e imigrante.

Tokiko Shimizu

Japan's Central Bank Names Its First Woman Executive Director in 138 Years - Amazons Watch Magazine

A japonesa ficou na 55ª colocação por ter sido anunciada como a primeira diretora-executiva do Banco do Japão, o banco central do país. Fundado em 1882, o cargo tinha sido ocupado apenas por homens até 2020.

Ela é uma de seis diretores. Estará na função pelo período de 4 anos com o objetivo de supervisionar as operações e fazer análises econômicas.

Antes disso, ela já havia sido gerente geral do banco na Europa e representante em Londres, na Inglaterra. Entrou na instituição ainda em 1987, após se formar na Universidade de Tóquio em engenharia urbana.

Raja Easa Al Gurg

Raja Easa Al Gurg - Forbes Lists

A mulher de número 92 da lista da Forbes é diretora de gestão e vice-presidente de um dos maiores conglomerados do Oriente Médio, o Easa Saleh Al Gurg Group.

No total, são 27 companhias de diferentes setores, como construção civil e fundição de metal.

Ela também é presidente do Conselho de Mulheres de Negócios de Dubai e atua em prol do empreendedorismo feminino nos Emirados Árabes Unidos. Outra de suas funções é ser participante da Câmara de Comércio e Indústria de Dubai, da Associação de Mulheres de Dubai e do HSBC do Oriente Médio.

Ngozi Okonjo-Iweala

Nigeriana Ngozi Okonjo-Iweala torna-se 1ª mulher a dirigir OMCPoder360

Economista e profissional de desenvolvimento internacional, Ngozi Okonjo-Iweala é nigeriana. Destaca-se por ter mais de 30 anos de experiência de trabalho na Ásia, África, Europa e Américas do Norte e Latina.

Em 2021, tornou-se a primeira mulher e a primeira pessoa do continente africano a ser diretora-geral da Organização Mundial do Comércio (OMC). Por ser de um país subdesenvolvido, ela diz acreditar no poder do comércio para erguer os países em desenvolvimento e tirar as nações da pobreza até atingirem a sustentabilidade financeira.

Durante sua trajetória, também foi ministra da economia da Nigéria por dois mandatos e ministra do exterior. Também ocupa um cargo no Board of Gavi, uma aliança a favor da vacinação que já imunizou 760 milhões de crianças ao redor do mundo.

Agora, você já conhece as mulheres mais poderosas do mundo e entende porque elas merecem atenção. Em menor escala, cada um de nós tem o mesmo poder. Basta aprendermos mais sobre autoconfiança e empoderamento.

Gostou do conteúdo? Veja o que você pode aprender com 9 das principais lideranças remotas do mundo e inspire-se!

Texto escrito por Fabíola Thibes, jornalista e redatora web.