Andreas Auerbach: ou você faz sua própria disrupção ou alguém fará por você

Na quarta palestra do evento Futuro do Trabalho na Prática, do BeerOrCoffee, dentro do Welcome Tomorrow, Andreas Auerbach, da Box 1824, falou sobre as novas gerações e a relação com o trabalho. Acompanhe tudo no texto a seguir!

Desenvolvimento de empresas e pessoas de forma saudável

Em sua fala, Andreas disse que estamos desaprendendo algumas das funções mais básicas do ser humano, como dormir. Então, disse ele, é importante discutir temas como o sono de forma madura. “Afinal, temos de pensar como desenvolver empresas, mas sem adoecer“, lembrou.

Além disso, ele afirmou que é preciso entender o espírito do tempo em que vivemos. E dentro desse processo vale destacar que existem 6 níveis de complexidade. São eles:

  • Exponencial, Aceleração (tech thinker, data driven, agile, escala, rede, wlblend, forever beta);
  • Relacional, Significado (propósito, colaboração, digital mindset, diversidade e stakeholders);
  • Performance, Máquinas (competição, eficiência, inovação, foco e meritocracia);
  • Dogmáticos, Leis (método, processos, disciplina, papéis sociais);
  • Combativos, Guerras (força, medo, tática);
  • Instinto, Tribos (pequenos grupos e rituais).
relação com o trabalho

O desafio é se tornar mais permeável

Andreas disse em outro momento da sua fala que tornar-se mais permeável para todos os níveis destacados acima é um enorme desafio. Afinal, no século 21 temos muitas novas competências. São modelos e provocações que precisam ser integrados e isso tem de ser feito com cuidado.

No fim da sua fala, ele provocou: “Como não nos tornamos empresas e líderes obsoletos?” A resposta, de alguma forma, é nos tornando mais permeáveis para transitar em todos os universos em que vivemos.

É preciso, por exemplo, tomar cuidado com generalizações, modas e fetiches. Além disso, também é essencial que cada um pese sua agenda para promover mudanças na vida profissional e pessoal, equilibrando a relação com o trabalho. É um desafio, claro, pois, conforme lembrou Andreas, ou você faz sua própria disrupção ou alguém fará por você. Interessante, não é?

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