O duplo papel do investidor Anjo: colaboração e recurso financeiro

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Investimento anjo é um termo que está ficando cada vez mais conhecido no Brasil. O investidor que atua em tal modalidade é um profissional que arrecadou tanto dinheiro quanto uma vasta experiência no mercado em que
atua.

Por isso, ele é a pessoa certa para fazer um dos primeiros investimentos em startups, cifra que geralmente fica entre R$200 mil e R$700 mil. Mas o valor de um investidor anjo para uma startup vai bem além do dinheiro que aporta.

Primeiro, vamos recapitular o momento em que se deve procurar um investidor anjo. É claro que a hora certa não está escrita em pedra, no entanto vale atentar a algumas fases da startup.

Mínimo Produto Viável:

Quando uma startup começa a funcionar, certamente não irá produzir numa escala industrial. Por isso, um dos primeiros passos a tomar é criar um MVP (Mínimo Produto Viável) do que querem produzir: um protótipo.
O protótipo será colocado no mercado para ser testado, assim os empreendedores conseguem juntar dados suficientes para validar aquilo que está funcionando no produto e aquilo que requer um pouco mais de atenção.

Abordar um investidor anjo com um MVP já validado é muito mais interessante. Neste cenário, o empreendedor tem mais fundamento na validação da sua proposta, do que quando apresenta apenas uma pesquisa com potenciais
clientes. Assim, o investidor anjo toma sua decisão sobre investir ou não com base em evidências concretas da possibilidade de sucesso da startup.

 Smart Money

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Investir numa startup não é apenas aportar o dinheiro, sumir de cena e esperar o lucro. O investidor anjo, ou quem liderar o investimento, geralmente se compromete a auxiliar os empreendedores.

E essa é a ideia do smart money, o dinheiro inteligente: muitas vezes os empreendedores entram em áreas que não tem tanto conhecimento. Eles podem ter tido uma boa ideia e ter recebido investimento, mas se não estiverem cientes de como irão usá-lo, ele pode ser muito mal gasto, diminuindo a chance de retorno.

A função do investidor não é fazer trabalhos operacionais e participar de decisões diárias da startup. E aqui, novamente, entra o papel do investidor: atuar como um mentor para os empreendedores.

É muito importante que ele fique atento às decisões maiores e possíveis dúvidas dos empreendedores quanto a qual caminho seguir. Afinal, ele tem conhecimento sobre o mercado e insights sobre situações por causa da sua
experiência.

Dito isto, quando sentir que seu projeto está maduro o suficiente, é possível
apresentá-lo a redes de investidores anjo, como a Anjos do Brasil. O projeto passará por uma análise interna e poderá ser compartilhado com os investidores. O processo é online e gratuito, e pode ser encontrado aqui
(hiperlink: http://www.anjosdobrasil.net/submeter-projetos.html)

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